terça-feira, 12 de julho de 2016

Galaxy A7 2016 ou Moto X Play, qual tem melhor preço e ficha técnica?

O Galaxy A7 2016 foi lançado no Brasil em janeiro deste ano e marcou a renovação da linha Galaxy A, da Samsung. O celular tem uma tela Super AMOLED Full HD de 5,5 polegadas e um hardware poderoso, com 3 GB de RAM e um processador de 1.6 GHz. O celular tem preço oficial de R$ 2.500, mas pode ser encontrado por R$ 1.800 nas lojas de varejo. 

Já o Moto X Play é um smartphone do segmento intermediário da Motorola. O grande destaque deste celular é a sua enorme bateria. Para usuários moderados, ele aguenta até dois dias longe da tomada. Além disso, o seu hardware é suficiente para a maioria das atividades feitas por um usuário comum. Ele custa cerca de R$ 1.700. Veja neste comparativo qual destes dois celulares tem o melhor preço e ficha técnica.

Design

O Galaxy A7 2016 tem um design bonito e elegante. Muito se deve aos materiais utilizados pela Samsung: vidro e metal, em detrimento do costumeiro plástico que aparece em modelos mais baratos.

Assim, o aspecto visual se assemelha aos outros celulares top da empresa, como o Galaxy S6, Galaxy S7 e Galaxy Note 5. De fato, ao ver um Galaxy A7 de perto, a primeira impressão é a de um verdadeiro celular top de linha. Além disso, ele é fino e leve, atingindo uma espessura de 7.3 mm e pesando 172 gramas.


Já o Moto X Play, por pertencer a um segmento intermediário de mercado, usa materiais um poucos mais discretos, como o plástico, que é bem resistente e robusto. Além disso, a tampa traseira possui texturas que melhoram a pegada e evitam que o celular escorregue das mãos.

Um ponto que se destaca no Moto X Play são as suas bordas menores, resultando num melhor aproveitamento da tela. Ele tem praticamente o mesmo peso de seu concorrente, chegando a 169 gramas e com dimensões de 148 x 75 x 10,9 mm. Assim, ele é bem mais grosso que o Galaxy A7.

Tela

As telas de ambos os celulares são bem parecidas. As duas têm 5,5 polegadas e possuem resolução Full HD (1920 x 1080 pixels). Isso dá uma densidade de pixels de 401 ppi. A diferença é que o Galaxy A7 usa um painel Super AMOLED, como já é de praxe nos aparelhos da Samsung. Isso resulta numa tela com cores mais vívidas e pretos mais profundos. Além disso, o vidro tem proteção Gorilla Glass 4.


Já a tela do Moto X Play usa um painel LCD IPS, que apresenta cores menos saturadas e mais próximas à realidade. Da mesma forma, o preto não é tão profundo, se aproximando mais de um preto fosco. A proteção do vidro é a Gorilla Glass 3.

Câmera

A câmera traseira do Galaxy A7 possui 13 MP de resolução com flash LED. Ela também é capaz de gravar vídeos em Full HD (1080p), além de oferecer as funções HDR e estabilização óptica, que permite ao usuário gerar imagens menos tremidas. A câmera frontal é de 5 megapixels e conta com as funções de embelezamento, que já são padrão nos smartphones da Samsung.



A câmera traseira do Moto X Play conta com incríveis 21 MP mas, não se engane, maior quantidade de megapixels não se traduz em fotos melhores. Com isso, as duas câmeras ficam em pé de igualdade. O Moto X Play ainda consegue filmar em 4K e Full HD. A câmera frontal também é de 5 megapixels, mas não conta com as funções nativas da Samsung e nem com o controle por gestos.

Especificações

O Galaxy A7 tem um hardware que impressiona. O seu processador é um Exynos 7 Octa 7580, produzido pela própria Samsung. Ele tem oito núcleos que trabalham a 1,6 GHz. Além disso, os 3 GB de memória RAM garantem velocidade e fluidez ao sistema operacional.

A placa gráfica utilizada é uma Mali-T720MP2, que, com certeza, roda os principais jogos do mercado. O smartphone vem com 16 GB de espaço interno, mas aceita cartões de memória de até 128 GB. A bateria também chama a atenção, com 3.300 mAh, e deve aguentar uso intenso até o fim do dia.

Assim como o seu concorrente sul-coreano, o Moto X Play chega ao mercado com o Android 5.1 Lollipop mas com atualização já garantida para o Android 6.0 Marshmallow. O processador usado neste celular é um Snapdragon 615 octa-core, no qual quatro dos núcleos trabalham a 1,7 GHz e os outros quatro a 1,0 GHz.

O Moto X Play possui 2 GB de memória RAM que já são suficientes para rodar o Android puro com fluidez e eficiência.

Custo x benefício

O Galaxy A7 2016, apesar de ter chegado com preço sugerido de R$ 2.499,00, hoje pode ser encontrado entre R$ 1.600 a R$ 1.800 em diversas lojas varejistas. Já o Moto X Play é vendido na loja oficial da Motorola por R$ 1.679,00, mas pode ser encontrado por um preço em torno de R$ 1.350 a R$ 1.420 em várias lojas do mercado.

Como o Galaxy A7 tem um conjunto de hardware melhor e materiais mais robustos e elegantes em sua construção, pode valer mais a pena em termos de custo-benefício do que o Moto X Play. Apesar disso, o celular da Motorola também é uma boa opção de compra.







Matéria de TechTudo

Como fazer com que a bateria do seu Android dure mais com Power Battery

Prolongar a duração da bateria do celular é uma necessidade de muitos  usuários. Para isso, há uma série de aplicativos grátis para Android que cumprem bem essa tarefa. Um dos mais interessantes é o Power Battery, que além de simples de usar, promete aplicar recursos avançados de otimização do consumo de energia.

Com as ferramentas desse app, é possível garantir que o celular não consuma um nível excessivo de bateria. Quer saber como usar? Veja esse tutorial que preparamos para te ajudar a conhecer todos os recursos de otimização oferecidos pelo Power Battery.

Passo 1. Com o Power Battery aberto, a primeira coisa que você deve fazer é tocar 
em “Otimizar”.

Passo 2. A próxima tela mostra os apps que estão abertos no seu celular, seja em estado ativo ou em hibernação na memória. Aqui, você pode escolher “Economia Comum”, para um processo de otimização que vai fechar alguns apps para liberar memória e também poupar energia


É importante destacar que o modo “Economia Total” oferece uma abordagem mais agressiva. Ele pode fechar uma série de apps que você usa com frequência, como widgets e mensageiros. Se você escolher pela “Economia Total”, terá que permitir o Power Battery nas configurações de acessibilidade do Android, como mostra a imagem.


Passo 3. Independente do método que você escolher, a próxima tela mostra o Power Battery em ação: apps serão fechados e, conforme o processo ocorre, você verá uma estimativa de quanto tempo você ganhou de autonomia.


Passo 4. Por fim, o app exibirá uma tela com o resultado do procedimento e um resultado de tempo ganho. No caso do nosso exemplo, o uso de “Economia Total” garantiu mais 42 minutos de duração para a bateria

Passo 5. Sempre que desejar acessar o Power Battery para limpar a memória e poupar bateria, usando qualquer um dos perfis de uso de otimização, basta acessar a área de notificações do seu aparelho. O Power Battery estará lá, exibindo um resumo do status de bateria, além de um atalho para os recursos de otimização.


Aproveite a dica para otimizar a bateria do seu celular e aumentar o tempo entre as suas próximas recargas.






Matéria de TechTudo 

Como o Forebears descobre quantas pessoas tem o mesmo sobrenome?

Já parou para pensar quantas pessoas possuem o sobrenome igual ao seu? A resposta pode estar mais próxima do que você pensa. O Forebears, que é especializado em fontes genealógicas, oferece esse serviço. Super popular nas redes sociais, a descoberta também é alvo de discussão. Como o site reúne tantas informações sobre tantas pessoas com o sobrenome em comum? Através de pesquisas; confira:

Lançado em 2012, o Forebears possui um amplo banco de dados com informações de sobrenomes ao redor do mundo, que incluem: significado, países onde é mais comum e estimativa de quantas pessoas também o utilizam. A plataforma também traz dados sobre países, mostrando os nomes mais utilizados nessas regiões. Todas essas informações, segundo desenvolvedor, são de bancos de dados públicos.

Qual é a fonte do Forebears?
Segundo os desenvolvedores, o principal objetivo do site é reunir a grande variedade de fontes genealógicas disponíveis online e offline e catalogá-las. A organização torna os dados facilmente acessíveis por pesquisadores e também por usuários comuns, curiosos por saber suas origens.

No site, há ainda uma lista de contribuidores (forebears.io/credits) que tornaram possível a criação da plataforma e uma segunda lista que responde à pergunta mais polêmica: de onde surgiram os dados? 

Sites como Internet Archive, FamilySearch, The National Archives of Ireland, A Vision of Britain, U.S. Board on Geographic Names, Canadian Geographical Names Data Base, Gazetteer of Australia e The New Zealand Gazetteer of Place Names são citados como fontes primárias das pesquisas. Além do uso de APIs e plataformas de terceiros como Bing Maps e Google Maps ajudam a organizar graficamente.

Como usar o Forebears

O sistema de pesquisa de sobrenomes da plataforma (forebears.co.uk/surnames) é simples de usar: basta inserir o sobrenome desejado e clicar no botão de procura para ter acesso a todos os dados

O site exibe primeiro uma lista de nomes relacionados, o que pode ajudar quando não se sabe a grafia exata ou quando a forma de escrever seu sobrenome muda de acordo com o país ou região.

Como funciona a análise?

Entre as informações exibidas estão a estimativa do número de pessoas que compartilham do mesmo sobrenome em todo o mundo. Essa análise é feita através de consulta e cruzamento dos dados públicos. É mostrada ainda a posição em um ranking de popularidade e o significado.

A lista incluí também um mapa que mostra quantas pessoas com o sobrenome moram em cada país e um ranking com as nações onde o termo é mais comum nas certidões de nascimento e onde se originou. O mapa pode ser filtrado por variáveis e baixado como imagem para consulta.

Dados do Brasil
O site tem também uma seção especial por país, que contém informações bastante curiosas. Na página (forebears.co.uk/brazil) é possível encontrar: listas antigas e novas de nascimentos e batismos, casamentos e divórcios, óbitos, nomes citados em matérias de jornais, listas de imigrantes, escravos, da família real, e outros documentos históricos.

Entre os que mais se destacam, estão os sobrenomes mais usados no Brasil atualmente. Um levantamento de 200 sobrenomes no país começa com Silva, liderando o ranking nacional. 
Veja a lista completa em (forebears.co.uk/brazil#surnames).

Árvore Genealógica

O Forebears é um site especializado em genealogia e reúne vários documentos referentes a sobrenomes e históricos familiares. 

O objetivo do site é reunir em um único local todos os documentos possíveis sobre o assunto, disponibilizando informações que antes só eram encontradas offline. Por ser britânico, se concentra mais em informações sobre o Reino Unido, mas possui vários registros públicos de outros países.





Matéria de TechTudo






Fita métrica inteligente não machuca a mão e grava informações no celular


A Bagel é uma fita métrica inteligente que promete ajudar desde usuários que não estão acostumados a fazer medições, até engenheiros e arquitetos envolvidos em algum projeto. Com a capacidade de medir distâncias e objetos de três modos, o dispositivo grava as informações obtidas em um app para smartphone, permitindo organizar e analisar os dados obtidos com mais facilidade.

Com a fita métrica comum, que não é de metal e, segundo a fabricante, não machuca os dedos, é possível verificar distâncias de até 3 metros. Já no modo “Rodinha”, basta arrastar a roda pelo percurso a ser medido e o aparelho faz o registro automaticamente. É ideal para locais ou itens curvos.


O modo remoto é uma boa opção para alcançar áreas mais distantes ou difíceis de atingir. Com a função, basta apontar o sensor ultrassônico para objetos, paredes ou tetos e o Bagel informa a distância até eles através de um raio laser.

Independente da forma usada, a fita métrica inteligente registra os números obtidos através de um clique. Depois, se preferir, o usuário pode gravar um áudio referente à medição, como informação complementar. Depois, é só compartilhar com o aplicativo dedicado via conexão Bluetooth, que converterá o arquivo de voz em texto relacionado à medida.

O Bagle tem capacidade para salvar até 100 medições em sua memória interna. A bateria suporta até oito horas de uso contínuo e é recarregável via porta microUSB.

O medidor smart está disponível por a partir de US$ 69,00 (cerca de R$ 225,00) com taxa de entrega de US$ 29,00 (aproximadamente R$ 94,00). A distribuição, inclusive para o Brasil, está prevista para novembro de 2016.





Matéria de TechTudo


Como melhorar o som do fone de ouvido com a função Dolby Surround

Um dos modos para turbinar o som do fone de ouvido é ativando o Dolby Surround Sound e o Audio Enhancer. Os recursos deixam o som do aparelho mais nítido e com graves mais potentes. A dica é ideal para quem gosta de ouvir shows com a sensação de estar ao vivo, ou para quem quer incrementar o áudio de games.
As ferramentas oferecem alguns efeitos de home theater, com som amplificado e mais imersivo, e podem ser ativados pelas configurações do notebook, sem precisar instalar nada. Veja o passo a passo de como ativar o Dolby Surround no seu PC.


Passo 1. Para começar, plugue seu fone de ouvido no notebook. Depois, clique no botão Iniciar no Windows e busque por “Painel de Controle”;


Passo 2. Em seguida selecione o ícone de “Som” no Painel de Controle;


Passo 3. Na aba de “Reprodução”, encontre o item do fone de ouvido habilitado. Clique com o botão direito do mouse no item do aparelho e selecione “Propriedades”;


Passo 4. Selecione a aba “Dolby” e marque a caixa de texto ao lado de “Audio Enhancer” e “Surround Sound”. Confirme em “OK”.


Vale lembrar que para ter acesso aos recursos Dolby de áudio o usuário precisa ter um notebook ou PC integrado com uma placa de vídeo que ofereça suporte para esse som avançado, além de ter o driver atualizado.



Matéria de TechTudo





Homem enche bexiga gigante com nitrogênio líquido [vídeo]


                                 
Você já parou para pensar no que acontece ao misturar uma bexiga de festa com um pouco de nitrogênio líquido? O youtuber Grant Thompson do canal “The King of Random” resolveu testar isso, mas em uma escala bem diferente: ele usou um balão capaz de expandir a tamanhos de até 2 metros de diâmetro e o encheu com 35 litros do líquido, resultando na impressionante cena que pode ser conferida logo acima.
Diferente do que muitos imaginam, o balão não chega a simplesmente congelar – ao menos não de cara. No lugar disso, a gigantesca bexiga começa a inflar cada vez mais, e mais... Até que sua superfície cede às baixas temperaturas do líquido e eventualmente se quebra. O processo em si, é claro, seguiu com alguns problemas, fazendo o material congelar rapidamente, mas, felizmente, haviam vários balões para novas tentativas.
E como Grant fez para que a bexiga simplesmente se enchesse sozinha, usando apenas um líquido? A resposta está justamente na temperatura do nitrogênio líquido: como mostramos em outra matéria, o choque direto entre uma superfície extremamente quente (afinal, estamos falando de borracha exposta ao Sol) com uma substância extremamente fria cria uma “camada de isolamento”.
Como resultado, o nitrogênio não apenas demorou para começar a congelar o balão, como também se expandiu e passou a ferver ali dentro, liberando gás que fez com que a bexiga inflasse. Como o youtuber descobriu bem, entretanto, misturar uma superfície que fica cada vez mais rígida a um gás que a força o material a expandir pode ter resultados um pouco... Explosivos.
Dá até para sentir o impacto do estouro.

Pois é. Apesar de quase ter perdido um olho nessa brincadeira, o projeto de Grant, no fim das contas, foi bastante surpreendente, e mostra que combinações inusitadas podem ter resultados que vão além de nossas expectativas.





                                                                                Matéria do



Conheça o Superbook, o acessório que transforma seu smartphone em um laptop


Transformar smartphones em computadores não é um conceito novo; a Motorola tentou com o Atrix, a HP se aventurou com um Windows Phone e, mais recentemente, a Microsoft também resolveu fazer algo similar, permitindo conectar seus smartphones a monitores, teclados e mouses com um acessório extra. Nenhuma dessas ideias fez sucesso comercial, mas isso não está impedindo a Andromium Inc. de lançar o Superbook.
Esse acessório basicamente é uma “casca de notebook” que usa seu smartphone como central computacional. É como se você conectasse uma tela, um teclado e uma bateria portátil ao seu Android, mas tudo em um só aparelho, em forma de laptop. Portanto, sem o celular conectado via USB-C ou micro USB, ele não funciona.
Para começar a usar essa novidade, você precisa instalar um app chamado Andromium OS no seu dispositivo. Quando conectá-lo ao Superbook, uma interface completamente nova será mostrada na tela do acessório, e seu smartphone ficará apagado, porém funcionando. O interessante é que o Superbook carrega a bateria do celular. A autonomia estimada para o acessório é de 8 horas de trabalho contínuo.
Apesar de ter um design muito similar ao de um Macbook Pro, o Superbook será bem barato. Quando sua campanha de financiamento coletivo for lançada no Kickstarter, o que deve acontecer em breve, ele custará apenas US$ 99, o equivalente a R$ 327 na cotação de hoje. Como o valor é baixo, é possível que você não pague taxa de importação e, se pagar, poderá recorrer para receber o dinheiro de volta.
Mais detalhes técnicos e fotos com mais atenção aos detalhes do aparelho devem aparecer no lançamento da campanha.




É CAMPEÃO! Brasil 3 x 0 Espanha - Melhores Momentos - Copa das Confederações 2013

Brasil 3 x 0 Espanha - Melhores Momentos - Copa das Confederações 2013 Reviva a emocionante vitória do Brasil sobre a Espanha na final da...